Gerencie melhor suas compras com a nossa lista de compras.
O inverno está chegando. Curta o clima frio com a Sopa de Palmito.
Simplicidade e sofisticação nesse Risoto de Aspargos.
Chocolate quente italiano. Aqueça e delicie seu outono.
Iguaria Belga de chocolate - Trufas.

O Vinho, o Deus e a Festa

Outro dia escrevi um post sobre a utilização do Vinho servir para tudo e a não obrigatoriedade de se existir um motivo especial para apreciarmos um bom vinho. Eis que me peguei logo depois  pensando em Baco e em toda a origem mitológica sobre o vinho e eis que surge um post aqui…

Para quem não sabe, Baco é o nome alternativo de Dionísio – o Deus Grego do vinho. Posteriormente adotado também pelos romanos, Baco/Dionísio é fruto da união de Sémele com Zeus. Dionísio foi gerido nos seis primeiros meses no ventre de sua mão, porém Sémele desapareceu fulminantemente após insistir com Zeus que apresentasse a toda sua glória e esplendor. Zeus então terminou a gestação de Dionísio em sua própria perna.

Quando adulto Baco se apaixonou pela cultura de vinhas e passou a extrair seu suco. Para ser reconhecido como Deus, teve de vagar por toda a terra, espalhando a cultura de vinhas, seus efeitos e excessos. Eis que Juno/Hera, esposa de seu pai (Rainha dos Deuses) fez com que Dionísio fosse acometido por uma loucura que o fez vagar expandindo ainda mais o cultivo das vinhas. Sua avó Cibele/Réia o curou, o que permitiu que ele retornasse à Grécia para instaurar seu culto.

Além de Deus do Vinho, Baco é o Deus da ebriedade (excessos) e da Natureza.

Como dito no início do texto, Dionísio foi adotado pelos Romanos e passou a se chamar Baco. Na Roma Antiga, o ritual em sua homenagem era chamado de Bacchanale – em português BACANAL. O ritual era composto por um cerimonial durante as vindimas (colheita das vinhas) e era seguido de uma comemoração pública e festiva. Originalmente as bacanais eram festas secretas em que apenas as mulheres (as Menades / Bacantes) participavam e duravam 3 dias no ano. Com o passar do tempo, os homens foram aceitos e as comemorações passaram a ser mais frequentes e causaram cada vez mais desordem e escândalos, pois invadiam as ruas de Roma com danças, gritos e adeptos do sexo masculino. Essas festas eram obviamente regadas de vinho.

Exageros à parte, a cultura do vinho vem a cada dia crescendo, assim como a variedade (esse exagero é bom), os motivos para tomar (esse exagero é ótimo).

 

declaração: esse post não é um publieditorial e o link direcionando à campanha da Casa Flora é apenas uma concordância do autor com a filosofia.

Compartilhar

2011 – tchau e muito obrigado

 

Definitivamente eu odeio retrospectivas. Sempre gostei de olhar para a frente, sempre achei que as televisões precisavam fazer especiais de perspectivas mostrando o que estava por vir no ano seguinte, mas esse ano eu realmente preciso registrar a perspectiva.

Meu ano, como vocês sabem, começou de forma bastante agitada com o acidente de carro da minha esposa com a minha filha e alguns problemas de saúde por conta de stress – que resultaram em remédio para hipertensão. Com tudo isso aprendi a ver a vida de maneira diferente, vivendo o agora e não calculando cada passo que daria ou então cada palavra que seria dita no momento exato antecipando todas as variáveis de cada uma das situações. Enfim, no começo do ano, aprendi a viver o agora.

Com os problemas de pressão/stress, passei a olhar para mim de forma diferente do que vinha olhando nos últimos 7 anos. Passei a encarar que não estava satisfeito comigo. Compreendi que estava muito dependente dos ambientes externos, “livrando-me” das únicas responsabilidades que eu realmente tinha capacidade de resolver na vida – as minhas. Encarei que toda e qualquer mudança que eu desejasse, dependeria única e exclusivamente de mim e de meus atos. Eu via um cara um pouco acima do peso e insatisfeito consigo mesmo e aproveitei a indicação de alguns amigos e fui cuidar de mim. Iniciei um programa de reabilitação alimentar e durante 8 meses do ano aprendi um pouco a cada dia – sou eu quem crio os meus próprios problemas, assim como sou eu mesmo quem os resolve. Nesse período de 8 meses, aprendi que tudo tem seu tempo, que devemos ser persistentes e fazer o que acreditamos e principalmente que precisamos acreditar em nós mesmos.

Durante o processo de reabilitação, aprendi a me olhar com um olhar menos crítico, ou melhor, aprendi a criticar-me menos intensamente e aceitar todas as minhas limitações. Aproveitei o aprendizado do viver o agora, e aceitei que tudo tem seu tempo – minha meta surreal de perder os 46kg até 31 de dezembro não seria atingida. Com isso, aprendi que não sou o super-homem que sempre tivesse a certeza ser (por mais que a Dn. Gigi insista em acreditar nisso- filha pode tudo). Esse aprendizado me trouxe o resultado inimaginável de -42,7 kg, faltando apenas 3,3kkg para a meta surreal. Abri mão de muita coisa? Sim, abri mas hoje estou mais satisfeito comigo.

Tudo isso, me fez voltar a acreditar que precisamos priorizar as questões que realmente tem prioridade na minha vida e que preciso tratar passionalmente apenas o que merece ser tratado passionalmente. Fora isso, aprendi também que minha racionalidade só servia de defesa para um lado mais frágil que eu negava. Passei a ser mais emocional e pude por em prática o viver agora e não planejar antecipadamente meus passos.

Se tudo isso não fosse suficientemente cansativo e pesado, resolvi que faria uma jornada no próximo ano e o caminho de Santiago de Compostela virou um objetivo a ser cumprido. Planejei, estudei, calculei valores e quando me preparava para iniciar os trabalhos físicos o Viver agora se manifestou novamente e decidi ir atrás do meu sonho – cursar uma faculdade de Gastronomia. Era a prova de fogo: o senhor perfeito precisaria abrir mão do seu objetivo totalmente planejado de 2012, enfrentar o “fracasso” de não cumprir o planejamento e posso dizer que fiz isso com a maior calma possível. Busquei então opções, pesquisei os conteúdos programáticos e defini que era o momento de finalmente usar o meu diploma universitário. Faria uma segunda graduação em gastronomia, por mais que um curso de extensão fosse suficiente, eu buscava mais.

A questão é que precisamos sempre aprender mais e mais e a instituição de ensino desejada não possibilitou a minha matrícula como portador de diploma e por 25 dias eu tentei fazer valer o meu direito, até que finalmente aprendi mais uma lição: sempre tem um caminho mais fácil e que só depende de mim. Com isso na cabeça, peguei lapiseira, borracha, caneta e RG e após 18 anos, fui encarar uma prova de vestibular novamente. E foi aí que a segurança retomada durante o ano, aliada à vivência do agora e à persistência de não desistir do que quero me permitem fechar o ano mais produtivo da minha vida com a notícia de que em 2012 serei um dos 40 alunos da turma noturna de gastronomia da Universidade Paulista.

Seja bem vindo 2012, que você seja melhor que 2011 e pior do que 2013.

 

PS: Caro leitor, se você chegou até aqui, você merece meu parabéns e meu obrigado. Entre os planejamentos que tenho para o Homem na Cozinha para 2012 é deixa-lo mais humanizado com as minhas experiências e principalmente transmitir todo o conhecimento que eu adquirir na faculdade. Isso é o máximo que tenho me permitido planejar. Obrigado por sua companhia e apoio nesse ano.

 

Foto em Creative Common – Ronan Odonohoe

Compartilhar

A arte de unir as pessoas – #vinhopratudo

Dentre as situações agregadas à gastronomia, uma das que mais me agrada e deixa satisfeito é o estudo sobre bebidas e muito especificamente a fabricação de vinhos. Desde o cultivo das vinhas, a extração do sumo e sua fermentação até virar uma bebida alcoólica, o processo fabril do vinho me fascina a cada dia.

Tecnicamente é considerado vinho no Brasil, toda bebida gerada a partir da fermentação do mosto de uvas sãs, frescas e maduras e sempre fascinou a transformação atingida de um fruto de uva até chegarmos às variedades de sabor de uma garrafa de vinho. Tão fascinante quanto o processo de fabricação do vinho é o poder que o vinho tem de aproximar as pessoas em qualquer situação.

Dizem os “estudiosos” que o ato de tomar vinho requer uma série de regras e padrões, pois é um ritual, mas em minha opinião tomar e degustar vinhos requer algumas pequenas regras:

O BRINDE

O brinde é algo essencial, pois uma das funções do vinho é unir as pessoas. Dentre todas as lendas que já ouvi sobre a origem do vinho, a que mais me parece real (e que mais me agrada, porque não dizer) é que um brinde serve para criar a confiança nas pessoas. Essa lenda diz que o hábito surgiu em uma época que era necessário trocar o conteúdo dos copos para evitar o envenenamento, Hoje simboliza a união, o objetivo daquela celebração.

O SABOR

O sabor de um vinho é necessário que respeitemos um único fator – Nosso Paladar. Um vinho bom é aquele vinho que agrada nosso paladar, independentemente de valor, uvas, origem.

A HARMONIZAÇÃO

O grande barato de degustar vinhos é a combinação de sabores entre as comidas e seu vinho. Um prato principal requer um tipo de vinho, enquanto uma sobremesa pede outro tipo de vinho e assim por diante, mas nunca podemos esquecer-nos do passo anterior – o sabor precisa ser agradável para você.

Quando tomamos vinhos?

Sempre. Tomar vinho é um processo, mas não precisa ser um processo chato com regras e rigidez. Não há necessidade de ter um objetivo específico para tomar vinho, basta querer.

Como tomar vinho?

O estudo do vinho é algo realmente complexo e detalhado, porém isso não devemos tornar o hábito de tomar vinho algo burocrático e difícil. Um vinho bom é aquele vinho que agrada nosso paladar, quando tomado sozinho ou quando acompanhando um prato de comida. O vinho precisa agradar unicamente a você que está tomando-o.

Com o que vai bem vinho?

Tudo. Existem mais de 400 tipos de uvas no mundo e a grande maioria possibilita transformação em vinho, portanto sempre existe um vinho para o seu prato.

Quando tomar vinho?

SEMPRE. Não existe uma ocasião certa para tomar vinho. Em comemorações ele é ótimo, em um almoço simples de domingo ele é ótimo, em um happy hour ele é perfeito (aqui o exagero volta a ser ruim, beba com moderação :P ).

Para demonstrar isso, a Casa Flora, convidou a mim e alguns outros amigos para um jantar que comprovasse que Vinho vai com tudo – O Vinho pra tudo. O convite vinha com uma pergunta “Qual sua comida favorita?”. Cada um dos 10 convidados respondeu com algumas opções (entrada, prato principal e sobremesa) para que um Chef nos preparasse as opções e para que o Sommelier da Casa Flora – Rodrigo Rodrigues – harmonizasse com vinhos Santa Carolina. O meu prato escolhido foi o Cuscuz (Paulista) de frutos do mar, mas que magicamente foi confundido com o Couscous Marroquino de frutos do mar, transformando a harmonização em algo mais especial ainda. O vídeo abaixo mostra um depoimento meu e o preparo da receita.

Quer saber mais sobre vinhos?

A Casa Flora tem uma Fan Page no Facebook que mostra o meu vídeo (e dos meus amigos), além de dicas que comprovam que o certo é “Vinho pra tudo”.

 

Compartilhar

Várias receitas novas todos os dias – pergunte-me como.

E quando a fome bate e não temos o que comer?
E quando não temos idéia do que preparar para aquele dia de preguiça?
E quando nosso blog preferido fica um tempão sem atualizar e não temmos novidades para testar em casa?

Com base em todas essas perguntas venho de novo até vocês apresentar um novo projeto que lancei na semana passada – o Pra Cozinha. O Pra Cozinha é um agregador de links ligados à gastronomia / culinária.

Receitas, dicas, ingredientes, curiosidades…. enfim, tudo que esteja ligado à cozinha / alimentos / ingredientes.

Como eu uso o Pra Cozinha?

Se vc acessar o Pra Cozinha, você verá os box de cada link, com o título da receita, a foto, categoria e o site/blog de origem da receita. Ao clicar no link, você será direcionado ao site onde a receita está publicada. Dessa forma, você irá conhecer novos blogs e poderá variar sua leitura frequente.
Além disso, você poderá usar o campo de busca na lateral superior para buscar pelo nome da receita que você quiser: por exemplo FEIJOADA e o sistema te mostrará todas as receitas de feijoada publicadas historicamente no Pra Cozinha.


Então você já tem um motivo para colocar o Pra Cozinha nos seus favoritos.

Eu tenho um blog de receitas e não estou no Pra Cozinha, porque?

Provavelmente nossa equipe de editores não conhece seu blog. Note que isso não é demérito nenhum, uma vez que a cada dia surgem milhares de blogs. Pensando nessa situação, você pode indicar seu blog no formulário. Preenchendo o formulário, nós conhecemos seu blog e passamos a analisá-lo diariamente para as próximas edições do Pra Cozinha.

Agora você tem um motivo para assinar o RSS do Pra Cozinha.

Mas eu ainda tenho dúvidas sobre o Pra Cozinha, me explica?

Explico, mas explico com base nas perguntas que já nos fizeram e estão no FAQ do projeto. Caso sua dúvida ainda não esteja lá (o FAQ é vivo), basta perguntar que vamos buscar sua resposta.

Agora finalmente você tem um motivo para colocar o Pra Cozinha na Home do seu browser e saber a cada dia o que você pode fazer para comer.

Visita a gente lá e conte para todos seus amigos.

Cobra

Compartilhar

A Semana do Homem na Cozinha

Essa semana para o Homem na Cozinha foi tão agitada que resolvi seguir o modelo da linda Loverox no Fake-Doll e concentrar tudo em um post relatando a semana.

Segunda – Jantar Harmonizado da Casa Flora

Na segunda-feira tivemos uma experiência muito legal promovida pela Casa Flora. Eu e mais 9 blogueiros (grande parte deles amigos nossos) tivemos um prato que gostamos produzido por um chef e harmonizado pelo Somelier da Casa Flora com vinhos Santa Carolina.

Tudo ocorreu na loja da Kitchen Aid na Gabriel Monteiro da Silva (vale MUITO a visita) e em breve publicarei o meu prato e a receita aqui.

Terça – Chocotone

Na terça recebi 2 lançamentos do Natal Bauducco – 2 belíssimos chocotones (um de gotas de chocolate e outro de trufa). Tks Bauducco.

Quarta – Jantar Aula com o Edu Guedes

Na quarta-feira a Tetra Pak organizou uma aula com o Edu Guedes na Casa Cor e convidou alguns blogueiros para participar. Estive lá com a Fabi, a outra Fabi, o Véio, a Claudia e o Fugita, a Lili, a Dani e a Cecília (esqueci de alguém???). O Edu nos ensinou entre outras coisas a Farofa de feijão e o Salame de Chocolate.

O encontro serviu para nos apresentar o blog Nutrição prática & saudável  as embalagens especiais para legumes. Todas as receitas preparadas pelo Edu utilizavam legumes que usavam tais embalagens (que dispensam finalmente a tesoura). Você pode ver as fotos da Tetra Pak aqui.

 

Quinta – Jantar Nativ Pescados

Esse jantar foi a surpresa da semana e faço questão de deixar claro que esse depoimento é de quem gosta de cozinhar e principalmente de comer.

A Nativ Pescados convidou algumas pessoas para conhecermos os pescados da Amazônia congelados e principalmente conhecer o processo de criação e abate dos peixes.

Além de saborosos, pudemos constatar toda a preocupação da empresa com a sustentabilidade e lanço um desafio à Nativ – quero conhecer o centro fabril (sim, os peixes são quase que fabricados) lá em Sorriso – MT.

O jantar foi preparado pela Lu Zaidan  e pela Roberta Julião, vulga @dafeiraaobaile e provamos camarões e rolinhos de tilápia de entrada (molhos tártaro e Rose – que eu fui responsável pelo nascimento) e o prato principal foi um belíssimo filet de Pintado com molho de manteiga de ervas e com esse show de batata assada aí de baixo.

Meus sinceros agradecimentos à  @nativpescados .

Sexta – Produtos de Natal da Sadia

 

E eu achando que ia terminar a semana de boa, chego em casa e me deparo com os produtos de Natal da Sadia – Um peru temperado e uma perna de cordeiro que eu serei obrigado a fazer esse final de semana……

 

 

 

 

Compartilhar
© 2011 Receitas Homem na Cozinha • Tema desenvolvido por celsojunior • Powered by WordPressXML-SitemapPolítica de privacidade